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CATAPORA

catapora2Resolvi escrever sobre Catapora porque é uma doença que tem uma maior incidência nesta época do ano (inverno). A Catapora ou Varicela (nome mais complicado que médicos adoram), é uma doença produzida por um virus, mais frequente em crianças abaixo de 12 anos, mas que também pode acometer adolescentes e adultos. É uma doença em geral benigna, mas que, ocasionalmente, pode complicar com infecções bacterianas, pneumonia, lesões de pele e mais raramente com encefalite (infecção do sistema nervoso central) e doença renal.

A Catapora é altamente contagiosa e se transmite de pessoa a pessoa. Seja pelo contato direto com a pele de quem está com Catapora, seja pelas gotículas eliminadas por espirros e tosse de quem está doente. O período de incubação, isto é, o tempo que leva desde o momento do contato até o aparecimento da doença é de 14 a 16 dias, mas pode variar entre 10 e 21 dias.

A doença começa como um resfriado comum com sintomas inespecíficos: febre, cansaço, dor de cabeça, perda do apetite. A seguir aparecem as lesões da pele que são pequenas e avermelhadas. Estas evoluem, parecendo pequenas bolhas. Algumas tem um pontinho bem no meio da bolha que lembra um umbigo. A seguir estas lesões estouram e há a formação de uma crosta. O que é muito característico da Catapora é que a criança apresenta lesões em diferentes estágios, ao mesmo tempo. Você encontrará as pintinhas vermelhas, bolhas e crostas, simultaneamente. Veja na foto, várias pintinhas vermelhas. No lábio, tem uma bolha mais caracterísitca e na sobrancelha direita, tem uma crosta típica. Se a criança não foi vacinada o número de lesões pode ser muito grande, chegando a 250-500 “pipoquinhas”. A doença dura em torna de 5 a 10 dias e a criança deve ficar afastada da creche ou escola até que todas as lesões estejam na fase de crosta. Não é necessário esperar que a pele esteja sem lesão nenhuma para poder retornar à creche ou escola. Basta que todas estejam na fase de crosta.

Não há tratamento específico para a Catapora em crianças saudáveis. Como essas lesões coçam muito, alguns cuidados devem ser tomados:

  • manter as unhas bem curtas, para evitar que a criança se machuque e infecte as lesões;
  • dar banhos mornos;
  • enxugar o corpo com batidinhas ao invés de esfregar a pele com a toalha;
  • usar roupas mais macias e folgadas.

Algumas crianças podem apresentar lesões dentro da boca, dificultando a alimentação. Neste caso, evite comidas muito temperadas, ácidas ou salgadas. Geralmente as comidas pastosas, na temperatura ambiente ou mais frias, são mais bem aceitas.

Em alguns casos, o pediatra poderá lhe prescrever um anti histamínico (anti alérgico) para tentar reduzir a coçeira. Também poderá lhe orientar quanto ao uso de anti térmico, em caso de febre.

A vacina contra a Catapora é muito eficaz e deve ser dada a todas as crianças acima de 12 meses. Muito recentemente esta vacina também foi disponibilizada nos postos de saúde, gratuitamente. Apesar de muito eficaz, algumas crianças vacinadas poderão contrair a Catapora. Nestas, a doença será mais leve e o número de lesões bem menor. A vacina também está recomendada nos casos de contato. Uma criança ou adolescente, não vacinado, que entre em contato com a Catapora, pode ser vacinado até 72h após o contato. Essa vacina, se não proteger completamente, pode atenuar a doença. Não se deve prescrever antibióticos para quem está com Catapora, exceto se uma complicação bacteriana for diagnosticada. Neste caso, somente o médico deverá fazer esta prescrição.

Estamos em época de Catapora. Espero que este post dê aos pais algumas informações úteis. Como sempre, podem me enviar seus comentários, críticas, sugestões e duvidas. São sempre bem-vindos e, na medida do possível, respondo a todos.

 

RESFRIADO, DE NOVO!?

Se as crianças podem  ficar resfriadas várias vezes, por quê não escrever mais de um post sobre o assuto? Em maio de 2012 escrevi O resfriado3RESFRIADO COMUM. Sugiro que cliquem no link e deem uma lida porque, esse post contém alguns comentários que valem a pena serem relembrados, principalmente agora, com a mudança de estação, o frio chegando,  e o número de crianças (e adultos), com resfriado aumentando muito. 

No post de hoje eu gostaria de reforçar alguns pontos, na tentativa de ajudá-los a passar pelos resfriados que virão. Acredito que pais bem informados conseguem administrar um pouco melhor as aflições, normais, que todos temos quando um filho está doente. Sei bem que o resfriado no blog, bem explicado, com todos os sintomas justificados, é uma coisa. Outra, bem diferente, é uma criança acordada às 2 da manhã, choramingando, com 39,4 de febre, que começa a tossir e, na sequência vomita! Ouvir o pediatra dizer que isso é normal e que vai durar “apenas” 4 a 7 dias, é desesperador. Tudo que queremos é um remédio que, de preferência em uma ou duas doses no máximo, devolva nosso filho à normalidade. Além da insegurança que a doença gera nos pais, cuidar de uma criança resfriada produz um cansaço físico dez vezes maior que o habitual (que já é grande). A criança fica irritada, não se satisfaz com nada ou se satisfaz por pouco tempo, exige atenção, pede colo e, para piorar, não come absolutamente nada!

Ao escrever o parágrafo acima, quase desisti do post de hoje! Me perguntei: o que eu poderia dizer para os pais, que fosse tornar esse cenário descrito, menos demandante?  A primeira coisa que os pais talvez gostem de saber é que os pediatras, na sua grande maioria, já passaram ou ainda passam pelas mesmas situações que eles. Isso nos torna muito mais “simpáticos” à causa dos pais do que possa parecer. Não somos ETs, cheios de teorias e conhecimentos, desprovidos da vivência e emoções de um filho pequeno, há 5 dias com febre, sem poder ir para a escola ou creche, tumultuando, em todos os sentidos, a rotina da família. Somos pais, como vocês!

Objetivamente, alguns pontos importantes, relacionados ao resfriado comum:

  1. o resfriado com tratamento médico dura, em média, uma semana. Sem tratamento médico, costuma durar, também em média, 7 dias. Portanto,  melhor remédio para o resfriado comum é o tempo. É preciso ter paciência (e como) para esperar esse tempo, dando conforto e carinho aos filhos. Não ter paciência ou ficar extremamente aflito(a) com os sintomas habituais de um resfriado comum (coriza, tosse, febre e inapetência), podem levar os pais a auto medicar seus filhos ou consultando mais de um médico, o que só tende a confundir mais ou até receber prescrições desnecessárias. O médico se sentindo pressionado, não deveria prescrever por esse motivo. Mas, na prática, somos humanos e isso pode acontecer. Remédios podem fazer mal ou ter algum efeito colateral. Por esse motivo, nos EUA, remédios para tosse e resfriado são proibidos para crianças com menos de 2 anos.
  2. antibióticos não curam resfriados comuns. Antibióticos só funcionam para doenças produzidas por bactérias e o resfriado comum é produzido por vírus.
  3. a febre não é uma doença. A febre é uma reação positiva do corpo a uma “agressão” por um virus ou uma bactéria. Além de servir de alarme, assinalando que algo não vai bem, a febre estimula o sistema imunológico (de defesa) e deixa a pessoa mais “quietinha”, economizando energia para combater o inimigo. Portanto, a febre em si, não precisaria ser tratada, exceto quando gerasse desconforto.
  4. coriza e tosse são, também, mecanismos de defesa. A coriza, ou muco, ou catarro, é produzido pelo  nosso corpo com o objetivo de envolver o virus  para que este seja expulso. Para expulsar a secreção, o corpo produz espirros ou tosse. Portanto, o catarro e a tosse que quase toda criança resfriada apresenta, visa a expulsar o virus. Nesse sentido, são reações positivas. O problema é que geram desconforto e não há medicação eficaz, em crianças. Além de não haver medicação realmente eficaz, a rigor os xaropes contra a tosse ou descongestionantes, deveriam ser contraindicados abaixo de dois anos de idade.  O mel só pode ser dado para crianças maiores de um ano de idade.
  5. a vacina para a gripe não proteje contra o resfriado comum. Como nós no Brasil também chamamos resfriado comum de gripe, cria-se a ideia de que a vacina contra a gripe deveria proteger contra o resfriado comum. Esta vacina potege apenas contra alguns tipos de Influenza, que produzem uma doença, a gripe, que tem maiores riscos de complicações  e até de mortalidade. Muitas pessoas dizem que nunca mais darão a vacina contra a gripe para seus filhos porque “ela não adianta nada”. Deram a vacina e seus filhos ficaram “gripados” (resfriados), do mesmo jeito. A vacina contra a gripe funciona e é importante! Só não esperem que ela proteja para aquilo que não foi feita. Seria como alguém dizer que a vacina contra o Sarampo é muito ruim porque o filho teve Catapora! Ambas as doenças são viroses, mas diferentes. Este exemplo, absurdo, nunca aconteceria porque o nome das doenças é diferente e não gera confusão. Não é o caso da gripe que tanto serve para nomear a doença produzida pelo virus Influenza (onde a vacina funciona) , como o resfriado (onde a vacina não terá o menor efeito).
  6. uma crianças saudável pode ter entre 6 a 8 episódios de resfriado em um ano, sem que isso represente nada mais grave. Muitos pais suspeitam que seus filhos estejam com “a imunidade baixa” porque estão resfriados de novo! Isso quando os avós não contribuem dizendo: “tem que ver o que esse menino/menina tem. Não é normal ficar refriado assim, toda hora!” Podem ficar tranquilos que resfriados que se repetem, até certo ponto, são normais em crianças pequenas. Se estas frequentam creche ou escola, esta situação é ainda mais frequente.

Chegando neste ponto, dirão: tudo muito bonito, explicadinho, mas o que fazer quando nosso filho ficar resfriado? Eu ficarei sem uma resposta mágica, sem uma recomendação que  funcione 100%.  Mas, algumas coisas podem ajudar:

  • paciência
  • oferecer líquidos, não forçar a alimentação
  • manter a criança em casa.
  • lavar ambas narinas com soro fisiológico. No mercado existem inúmeros produtos. Algumas embalagens facilitam a aplicação por produzirem um jato, mas, o conteúdo é sempre soro fisiológico. Não usar produtos para adultos que podem conter descongestionantes.
  • usar antitérmicos, caso a febre gere desconforto (na criança ou nos pais)
  • falar com seu pediatra e levar a criança para ser examinada se os pais julgarem que “algo não vai bem”, como cansaço, respiração ofegante, prostração extrema, vômitos, diarréia  etc.

Dúvidas e sugestões? Por favor as envie, são sempre bem-vindas.

EXANTEMA SÚBITO

A criança chega no pediatra e a mãe conta que está com febre há 3 dias. Relata que a febre é alta, chegando a 39,5ºC e que abaixa depois que ela exantema subitodá um antitérmico, mas volta assim que o efeito o remédio passa. O pediatra pergunta por outros sintomas e a mãe diz que não notou nada além de uma certa irritabilidade, pedindo mais colo e perda do apetite. O pediatra examina, cuidadosamente, a criança e não encontra nenhum sinal específico. Explica então o exame clínico para mãe, dizendo que não revelou nada grave, concluindo que se trata de uma virose.

O pediatra percebe a decepção no rosto da mãe. A menção da palavra virose produz na mãe a sensação de que o pediatra não tem a menor do que seu filho realmente tem. Para piorar, o pediatra explica que não há remédio específico. A mãe deve continuar a dar o remédio para a febre, oferecer líquidos, não forçar a alimentação e aguardar mais uns 3 0u 4 dias para que seu filho melhore.

Essa é uma história que muitos pais já terão vivido. Neste caso, ainda falta o capítulo final.

No sexto dia, a mãe liga, animada, informando que a febre sumiu e que o filho está começando a comer normalmente. No dia seguinte, liga novamente, agora um pouco preocupada. Informa ao pediatra que apareceram umas pintinhas ou manchinhas vermelhas no corpo do filho. O pediatra pergunta se a criança está bem e continua sem febre. Diante das respostas da mãe, confirmando que está tudo bem, diz: Exantema Súbito! O que é dito com  voz triunfal pelo pediatra, é ouvido com certo pânico pela mãe. Exantema Súbito? Com esse nome, só pode ser grave. Pior, é súbito!

Essa historinha inventada foi para comentar sobre uma virose, completamente benigna, cuja principal característica é a do exantema maculopapular (as manchinhas vermelhas) aparecer após o desaparecimento da febre. O outro nome pelo qual o Exantema Súbito pode ser conhecido é Roséola.

Viroses existem. Não são invenções de pediatras quando não sabem o que a criança tem. Somente algumas viroses têm nome próprio como: Sarampo, Catapora, Rubéola, Caxumba, Dengue etc. Exantema Súbito ou Roséola é mais uma virose, com nome próprio.

Se você tiver algum comentário ou pergunta, por favor o envie.

ANTIBIÓTICOS

Cena 1: a grávida, acompanhada do marido, está entrevistando o pediatra, para saber se vai escolhê-lo como médico do seu filho que vai nascer. Ela consulta uma lista de perguntas que incluem assuntos como amamentação, cólicas, disponibilidade do pediatra nos finais de semana, opinião sobre natação para bebês e música clássica para desenvolver a inteligência. Quase no final, surge a pergunta: “Dr. o senhor gosta de antibióticos? ” e o complemento da pergunta “porque o senhor sabe que tem muito pediatra que adora antibióticos!”

Cena 2: a mãe acompanha, atentamente, ao exame que o pediatra faz em seu filho de 7 anos. O menino apresenta febre alta há 4 dias e o médico, após o minucioso exame, constata que o paciente tem uma amigdalite (infecção da garganta). Pede então um exame (strep test) para diagnosticar (ou não) a presença de uma bactéria (estreptococo). Explica tudo para a mãe e quando ele fala no estreptococo ela exclama: “Dr. por favor, antibiótico não! Tenho o maior pavor de antibióticos!”

Cena 3: a mãe entra no consultório com a sua linda filha de 10 meses, no colo. Aflita, vai dizendo: “Dr. ela está muito resfriada. O nariz está escorrendo e tosse à noite. Felizmente, febre não teve e está comendo tudo muito bem. Mas, o Sr. não acha melhor dar logo um antibiótico para prevenir uma pneumonia?”

Três cenas fictícias que bem poderiam ser verdade. Antibóticos geram reações emocionais nas pessoas. No entanto, talvez com um pouco de informação, essa reação poderia ser mais racional. Antibióticos são substâncias que têm a capacidade de matar bactérias. Bactérias são microorganismos (bichinhos muito pequenos que só podem ser vistos com microscópio) que, em determinadas situações podem produzir uma infecção nas pessoas. Dependendo da gravidade, infecções podem matar uma pessoa. Portanto, ter uma arma que possa matar bactérias e garantir a saúde das pessoas é ótimo. Não se trata de gostar ou não de antibióticos. Nenhum médico gosta de antibióticos (ou de qualquer remédio). O pediatra usa antibióticos quando seu julgamento clínico, com ou sem exames complementares, percebe uma indicação para seu uso. O uso equivocado ou abusivo de antibióticos contribui para o desenvolvimento de bactérias resistentes e a necessidade de novos antibióticos mais poderosos. Por isso que o seu uso deve ser muito criterioso. Antibióticos não servem para prevenir uma pneumonia, como no exemplo acima. Nem servem para tratar de resfriados ou viroses, muito menos devem ser utilizados como antitérmicos para combater a febre!

Portanto, da próxima vez que seu pediatra prescrever antibióticos e você quiser perguntar a respeito, pergunte sobre a indicação, que tipo de bactéria ele supõe estar em jogo. Isso quando não há uma cultura (como urina ou o tal strep test citado no exemplo), onde a bactéria está identificada. Não tema, nem ame os antibióticos. Quando bem indicados contribuem para a cura das pessoas.

Se você tem algum comentário ou dúvida sobre o uso de antibióticos, por favor me envie.

TUDO É VIROSE!

Seu filho está com febre, nariz escorrendo, sem apetite. Você liga para o seu pediatra e ele diz: isso deve ser uma virose, temos que esperar uns dias. Passam-se uns dias e a febre continua, além do nariz escorrendo, apareceu uma tosse, que piora à noite e não deixa ninguém dormir. Seu marido, já impaciente, diz: melhor levar no pediatra, isso não pode continuar assim. Você marca uma consulta para o mesmo dia e o seu pediatra examina seu filho de alto a baixo. Olha o ouvido, a garganta, ausculta o pulmão, apalpa, faz perguntas, faz mais perguntas e, no final diz: isso deve ser uma virose mesmo. Temos que esperar mais uns dias.

Você sai do consultório e liga para a sua mãe que já estava aflita com a febre do neto (Medo de Febre) e você diz, disfarçando a sua ansiedade: ele disse que não é nada de mais. Só uma virose. Do outro lado da linha sua mãe, um pouco exaltada responde: mas será que hoje em dia tudo é virose? Quando o médico não sabe o que é, diz que é virose!

Esse é um relato fictício, mas bem que poderia ser verdade. O fato é que os virus existem e são agentes infecciosos, não bacterianos. Eles só se multiplicam dentro das céluas vivas de um organismo. Células que eles (os virus), invadiram (infectaram). Virus infectam todos os tipos de organismos vivos: animais, plantas e, também, bactérias!

Os virus, em geral, são feitos de tres partes. O material genético que pode ser um DNA ou RNA, uma capa de proteína que envolve esse material genético e, em alguns casos, um envelope de lipídios por fora da capa de proteína. Virus são tão pequenos que não conseguem ser vistos em microscópios comuns (veja o esquema no final deste post).

Os virus podem infectar uma pessoa pela ingestão, inalação ou contato. Penetram na célula porque precisam desta para produzir as substâncias que necessitam para a sua replicação e ciclo de vida. Fora de células, os virus ficam inativos ou “adormecidos”. Quando invadem células, provocam no organismo uma série de reações de defesa, incluindo febre e nos casos de virus respiratórios, mais comuns na infância, coriza e tosse.

Existem mais de 5000 virus que já foram bem descritos ou estudados em detalhe. No entanto, existem milhões de diferentes tipos espalhados na natureza. Talvez seja o tipo de entidade biológica mais abundante em todos os ecossistemas.  Alguns virus ficaram mais conhecidos de todos nós: sarampo, catapora, rubéola, hepatite, caxumba, HIV, HPV entre outros. Para muitos destes, existem vacinas que protegem as pessoas durante suas vidas.

Como curiosidade, a palavra virus vem do latim, onde significa veneno! Os virus não são uma novidade. Em 1892 um pesquisador russo descreveu uma agente infectante não bacteriano em plantas de tabaco.

Portanto, a próxima vez que seu pediatra disser que seu filho provavelmente tem uma virsose, saiba que não é uma “invenção” de quem não tem um diagnóstico. Virose é um diagnóstico.

Duas coisas muito importantes para você se lembrar:

1- Para as viroses mais comuns, como resfriados e gastroenterites, não há medicação específica. Antibióticos não funcionam em casos de virose.

2- O corpo humano leva em torno de 6 a 10 dias para se curar de uma virose. Alguns sintomas, como a tosse, duram mais dias. Nesse período, a melhor receita é a de nossos avós: repouso, muito líquido, paciência e caldo de galinha!

Se tiverem dúvidas ou comentários, por favor enviem.