ENTREVISTA COM ROBERTO D’AVILA

Na semana passada fui entrevistado pelo Roberto D’Avila. A penetração do programa é incrível. Recebi mensagens de amigos do ginásio, que eu não COOPER 1via há anos, de outros que vejo sempre. Mas, alguns amigos não souberam ou não puderam ver a entrevista e me pediram para postar um link. Deixo o link do youtube com a entrevista, para quem quiser vê-la.

Aproveito para agradecer a todos que me enviaram mensagens elogiosas. Fico muito feliz e motivado!

Obrigado.

 

12 pensamentos sobre “ENTREVISTA COM ROBERTO D’AVILA

  1. Caro dr. Roberto

    Entrevista sensacional e extremamente elucidativa e didática.

    Gostaria de fazer uma consulta: meu neto de onze anos fica muito tempo no computador nos malfadados joguinhos, muitas vezes, que incentivam a violência. Isto acontece principalmente nas férias. Tal fato é realmente prejudicial? Para o cérebro, para a vista? Ele tem onze anos mas é um excelente aluno na escola.

    Algum conselho?

    Grato

    Antonio Castilho de Souza

    • Prezado Antonio,
      Obrigado pelo comentário a respeito da entrevista. Quanto ao seu neto, como o blog não substitui uma consulta, seria irresponsabilidade minha opinar. Mas, de um modo geral, ainda não existem evidências suficientes para que possamos afirmar A ou B a respeito de “tempo de tela” ideal para uma criança. Parece haver uma certa tendência, nos bons trabalhos publicados, a buscar limitar esse tempo, além de qualifica-lo. Isto é, determinados tipos de atividades ou jogos eletrônicos poderiam contribuir para uma maior agressividade das crianças. Outros, para uma dificuldade de concentração. Finalmente, a leitura tradicional de livros, parece ser o que mais estimula o desenvolvimento cognitivo e intelectual das crianças, além de sua criatividade. Sugiro que converse com o pediatra do seu neto para que lhe oriente.

  2. CONGRATS!!! Gostei MUUUITO de suas lúcidas e “simples-assim” ideias, experiências …me sentindo ,não só identificada como aliviada por todas as “decisões” (em todos os níveis e situações) q fui tomando pela vida-de-mãe (sem a presença do PAI..) afora…INTUIÇÃO e ” vai aonde-seu-coração-mandar” me ajudaram prá caramba!!!
    Gostei ainda mais de revê-lo (ainda q como “celebridade”…) bem do jeitão q vc SEMPRE foi! Continue assim…fiel ao “seu estilo”…clareza de ideias…facilidade de expressão!
    Coisa boa, Cooper!!! Sua fã-tenista…Angela Moura.

    • Angela,
      Respondi na fan page, mas faço questão de te dizer que seus comentários me deixam muito felizes. Acho que tem uma certa dose de exagero “geracional-tenístico” e generosidade sua, nos elogios. Mas, depois de tantos anos você aparecer no blog (a primeira vez), foi muito legal mesmo. Espero que esteja bem e, principalmente feliz. Meu beijo carinhoso.

  3. Adorei essa materia!
    Aonde estava você quando minhas filhas eram pequenas? rs
    Muito bem falado, com clareza, inteligência, equilibrio e obviamente conhecimento.
    Li tantas coisas complicadas escritas por medicos conceituados … conselhos dos mais variados que apesar de bem intencionados so servem pra confundir a cabeça das mães.
    Voce foi de uma clareza, uma simplicidade, uma descomplicação que acredito todas as mães desejam escutar.
    Vou aconselhar essa matéria `a todas as mães novas que conheço.
    Um grande abraço Roberto!

  4. Drº Cooper,
    Que ótimo, o senhor disponibilizar a entrevista aqui! Consegui assistir com calma… Gostaria de dizer que está sendo um prazer ler no seu blog sobre os diversos temas que vivenciamos neste momento de vida ( nossa filha Luísa tem 1 mês de idade)… Ler o seu blog tem contribuído para que eu me sinta mais segura… Ser mãe me trouxe muitas inseguranças, andei me sentindo muito sozinha para dialogar sobre meus medos, dúvidas, seja pelos procedimentos com a nossa bebê, seja pela realidade (afetados pela crise econômica), seja pelo emaranhado de sentimentos que surgem… Encontrei em suas palavras, no seu jeito de escrever meio de refletir (dialogar) sobre meus medos, dúvidas… Muito Obrigada!
    Com carinho,
    Vera Lúcia

    • Prezada Vera Lucia,
      Obrigado por sua mensagem compartilhando seus sentimentos. Saiba que o que sente é normal e todos as mães passam por isso. A vida em famílias nucleares, apartamentos etc. nos fez perder algo que ajudava muito- a vida coletiva, a troca franca, sem medo do julgamento alheio. Não siga regras, siga o que lhe parece melhor, misturando razão com emoção. Você não vai errar em nada sério ou importante. Abraço,

  5. Boa tarde Dr.
    A minha filha tem 4 anos e desde os 4meses que andou sempre no mesmo colegio. Este ano eu e o meu marido decidimos po la em colegio publico. Ela e uma criança muito sociavel e de facil adaptaçao, adaptou se bem. No entanto eu tenho vindo a aperceberme de algumas coisas com as quais eu nao concordo, como por exemplo porem as crianças de manha no parque a brincarem, mas com este frio a minha filha tem estado muito doente. A minha questao e, sera que posso passar a minha filha para o colegio onde estava? Isso nao vai afetar a minha filha? Aguardo a sua resposta. Obrigada ana cristina

    • Prezada Ana Cristina,
      Opinar através do blog, sem conhecer a criança, a família e sua dinâmica, seria irresponsabilidade minha. Além disso, me parece que é uma decisão muito mais do âmbito da família do que de um pediatra. Caberia a vocês pais a discussão dos prós e contras de uma mudança para tomarem a decisão que julgarem melhor. Espero que compreenda esta limitação da internet.

  6. Dr. Roberto:
    Que ótima esta entrevista! Importante falar em um canal com bastante audiência, ajuda a divulgar suas ideias consistentes, equilibradas e, sobretudo, humanistas. Ainda bem que você disponibilizou aqui. Eu sonho com um dia em que teremos uma medicina mais humanizada, não sei se viverei para testemunhar isto.
    Abraços
    Lorelai

    • Lorelai,
      Obrigado, uma vez mais, por seu comentário gentil. Acho que o sonho é alcançável se for o desejo de todos. Nem sempre sabemos que temos esse direito. Além de uma medicina para pessoas (e não doenças), esta deveria ser pública. Mas, no nosso país a coisa pública é para os pobres. Enquanto mantivermos essa mentalidade, permaneceremos no atraso.

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