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VACINAS SÃO SEGURAS?

SIM! Vacinas se encontram entre os maiores avanços em saúde pública por sua capacidade de erradicar certas vacinas2doenças como a varíola, poliomielite e sarampo, além de diminuir o número de casos de meningites, pneumonias e otites, produzidas por bactérias para as quais dispomos de vacinas. Mais recentemente foi lançada uma vacina contra o Papilomavirus humano, provavelmente contribuindo para a redução do número de casos de câncer do colo do útero.

Apesar dos comprovados benefícios  e segurança das vacinas, de tempos em tempos surgem resistências de alguns pais, baseadas em informações incorretas. Quando pais resistem a vacinar seus filhos, a consequência é o surgimento de surtos da doença, como agora, com o Sarampo, nos Estados Unidos, que obrigou o presidente Barak Obama a fazer um apelo público para que os pais vacinassem seus filhos.

Mas, a pergunta é se vacinas são seguras e eu respondi que sim, de onde vem essa resistência? Dizer que algo é seguro não significa que não possa ter efeitos colaterais indesejáveis. Nada, absolutamente nada, que acontece nas nossas vidas é isento de efeitos colaterais. O ato de viver tem efeitos colaterais como o envelhecimento e, inevitavelmente, a morte. Isto é, se tudo der certo nas nossas vidas, se vivermos sem adoecermos, mesmo assim, notaremos os efeitos colaterais do tempo na nossa pele, capacidade física, flexibilidade, memória etc. Portanto, quando falamos em segurança de um produto, o que está sendo dito é que os efeitos colaterais (que sempre existem, insisto), são muitíssimo menores do que os benefícios que tal produto pode nos trazer. Por exemplo, o efeito colateral de veículos são a poluição e os acidentes com consequências as mais variada. Ninguém pensa em abandonar o uso de veículos por conta dos seus efeitos colaterais.  O que se faz, ou deveria fazer, é buscar reduzir ou minimizar esses efeitos. Poderia dar outros exemplos, bem humorados, para que os que leem este blog entendam esse conceito de risco x benefício. Mas, vou direto para as vacinas. Se alguém tiver dúvidas pode sempre deixar um comentário que eu tentarei responder.

Vacinas, podem produzir efeitos colaterais, mas seus benefícios são infinitamente maiores do que o risco envolvido. A primeira coisa importante a ser dita é que as doenças para as quais as vacinas protegem nossos filhos não são “inocentes” ou “bobas”. Sarampo, por exemplo, é uma doença que mata.  Como no Brasil, graças a um excelente programa nacional de imunização, não temos tido casos de Sarampo, poucos leitores do blog sequer viram um único caso. Mas, quando tínhamos epidemias de Sarampo, havia uma mortalidade significativa por esta doença. Mesmo sem matar, o Sarampo poderia produzir pneumonia e encefalite com consequências graves para o desenvolvimento da criança. A Poliomielite deixa a criança com paralisia, a meningite pode ser fatal ou deixar sequelas, o tétano não tem cura e a sua mortalidade é alta. Portanto, o argumento de que é melhor a criança contrair a doença do que vaciná-la, não é correto.

Em geral, os efeitos colaterais das vacinas são mínimos, incluindo: dor e vermelhidão no local da injeção, irritabilidade por conta deste desconforto e febre (ocasional e não obrigatória). Algumas injeções podem deixar a região com um endurecimento ou pequeno nódulo. A vacina BCG pode produzir um reação local mais intensa, com uma pequena ferida que cicatriza em até alguns meses (pode demorar, o que é normal). Tirando estes efeitos colaterais, raramente uma criança saudável apresenta sintomas mais graves. Crianças imunodeprimidas ou com alergias diagnosticadas a algum componente da vacina, podem apresentar reações raras, mais graves.

Uma das vacinas para as quais há uma certa desinformação é a  contra o Sarampo. Até hoje, circula pela internet a informação, errada, de que esta vacina produz autismo. Se esta informação está errada, de onde surgiu? A história é simples, as consequências nem tanto. Em 1998, a revista médica Lancet, uma das mais prestigiosas publicações científicas, publicou um artigo onde os autores descrevem uma “vaga associação entre a vacina contra o Sarampo e distúrbios do desenvolvimento”. Este trabalho foi baseado em um estudo com 12 crianças! O fato é que o trabalho se mostrou forjado, o Lancet se retratou da sua publicação e o Dr. Wakefield, autor principal do artigo, foi proibido de exercer a medicina na Inglaterra por lapso ético. Portanto, toda essa história de vacina e autismo surgiu a partir de um artigo sem validade alguma. Na sequência, algumas pessoas começaram a atribuir ao Timerosal, um preservante utilizado na indústria o potencial de toxicidade porque continha mercúrio. De fato, o Timerosal contém etilmercurio e não metilmercurio, este sim, tóxico. Desde 2001 que as vacinas não contém mais Timerosal (com a exceção da vacina contra a gripe). Portanto, o mito do autismo provocado pela vacina contra o Sarampo nasceu de um artigo sem valor científico (uma fraude) e da informação dos riscos do Timerosal, que não é mais utilizado em vacinas há 14 anos!

Em linguagem científica, sempre muito cautelosa, as revisões de centenas de estudos feitos com a vacina contra o Sarampo concluiram que “as evidências favorecem a rejeição de uma relação causal entre a vacina SRC (Sarampo, Rubéola e Caxumba- também conhecida como MMR) e o Autismo”.

Quando as convicções se baseiam em evidências científicas, a certeza é temporária, característica do pensamento científico. Quando estas se sustentam em crenças ou crendices, nada será capaz demover a “verdade absoluta”. Neste momento do nosso conhecimento científico, vacinar seus filhos é seguro e não vaciná-los significa um ato irresponsável de exposição a consequências potencialmente muito graves. Um adulto que opta de forma esclarecida, por não tomar uma vacina (ou parar de fumar, ou deixar de ser sedentário), está dentro do seu direito de livre arbítrio. É moralmente aceitável impor uma crença a um menor e, como consequência, colocar sua vida em risco?

 

 

 

MENINGITE

meniges1A meningite é uma inflamação das membranas que recobrem o cérebro e a medula espinhal, chamadas meninges (ver figuras). Esta inflamação pode, em alguns casos, afetar o próprio cérebro (encefalite).  A simples menção da palavra gera apreensão em qualquer mãe ou pai. Isso porque existe um forma de meningite que pode ter uma evolução muito rápida e apresenta alta letalidade. Mas, felizmente, a grande maioria das meningites, quando diagnosticadas a tempo e tratadas adequadamente, podem ser curadas, sem complicações.

O que pode produzir essa inflamação das meninges (meningite)? Qualquer bacteria, virus ou fungo que chegue nas meninges pode produzir uma meningite. Com a alta cobertura vacinal obtida em nosso país, com as  vacinas contra o hemófilo, pneumococo e meningococo,reduziram o número de casos de meningites produzidas por bactérias, que são as mais graves. As meningites produzidas por vírus são mais brandas e as por fungos, muito raras.

As bactérias que podem provocar as meningites, se encontram na boca e garganta de adultos e crianças saudáveis. Estes, chamados de portadores sãos, não contrairão, obrigatoriamente a doença. Somente quando a bactéria que se encontra na garganta passa para a corrente sanguínea (sangue) e é levada para as meninges é que ocorre a meningite. Até hoje não sabemos ao certo porque algumas crianças desenvolvem a doença e outras não.

O diagnóstico da meningite, na sua fase inicial, nem sempre é fácil porque se confunde com qualquer resfriado ou gripe: febre, irritabilidade, perda de apetite. Alguns sinais, no entanto, podem chamar a atenção: vômitos, sonolência excessiva, prostração. Em crianças maiores de cinco anos, que já se expressam bem, a dor de cabeça costuma ser uma queixa frequente. Mas, um simples resfriado também pode produzir dor de cabeça. Caso o médico suspeite de meningite, deverá pedir um exame do líquor – líquido que circula entre as meninges. Este líquor é obtido através de um procedimento chamado punção lombar, onde o médico introduz uma agulha entre duas vértebras e colhe uma amostra do líquor. Este líquor é levado para o laboratório, onde é analisado e o resultado ajuda o médico a encaminhar o diagnóstico. Muito pais temem a punção lombar, mas, feito por profissionais experientes, Meningite2é seguro e fundamental para o diagnóstico de uma meningite.

O tratamento da meningite vai depender da sua causa. Se for uma meningite produzida por vírus, não há tratamento específico, apenas a observação em ambiente hospitalar e medicamentos para os sintomas (dor, vômito, febre etc.). Nos casos de meningites produzidas por bactérias, estão indicados os antibióticos.

O que fazer com as crianças que entraram em contato com um coleguinha que desenvolveu meningite? Nos casos das meningites virais e na maioria das bacterianas, apenas informar o médico e observar a criança será o suficiente. Nos casos de meningite meningocócica,  o médico, muito provavelmente, vai receitar um antibiótico para fazer a profilaxia. Isto é, tentar diminuir ou eliminar os eventuais meningococos que estejam “habitando” a garganta da criança. A profilaxia não é uma garantia de que a criança não terá a doença. É uma forma de, não só,  diminuir o risco, como também, reduzir a transmissão e interrompendo o contágio da doença.

É sempre importante lembrar que a meningite não está erradicada e um certo número de casos ocorrerá, sem que isso caracterize uma epidemia. Claro que, quando tomamos conhecimento de um ou dois casos, nos assustamos e já pensamos em epidemia. No entanto, o pânico e o boato são  geradores de mais insegurança e se propagam com uma velocidade muito maior do que qualquer bactéria! Em caso de dúvida sobre epidemia, converse com o seu médico. Ele estará informado e poderá lhe orientar.

Finalmente, gostaria de lembrar que algumas daquelas vacinas que damos nos nossos bebês, protegem contra meningites bacterianas. Por isso, é fundamental manter as vacinas em dia.  E, contra o medo , o pânico e a insegurança, a melhor vacina é a informação correta e confiável. Antes de tomar qualquer atitude, se informe com fontes confiáveis sobre o que está ocorrendo e quais medidas devem ser tomadas, se for o caso.

VACINA CONTRA O HPV

microfoneOntem, no programa do Roberto Canazio, na Rádio Globo, falamos sobre a vacina contra o HPV. O Papiloma Virus Humano (HPV) está implicado no câncer de colo de útero. Como é um virus muito difundido pela população que tem vida sexual ativa, a estratégia correta é vacinar as meninas antes que estas iniciem sua vida sexual. A partir de 2014 esta vacinas vai estar disponível, para as meninas, nos postos de saúde. Clique no link abaixo e ouça o que foi dito no programa de ontem.

Rádio Globo – 7

COQUELUCHE

Por que falar sobre uma doença para a qual a maioria das crianças recebe uma vacina? Ainda existe coqueluche? Que pediatra mais desatualizado! Imagine só, escrever um post sobre coqueluche! Talvez essas sejam reações iniciais de alguns leitores do blog. O que nem todo mundo sabe é que a incidência de coqueluche está aumentando em muitos lugares do mundo, inclusive no Brasil. Por esse motivo resolvi comentar alguns aspectos desta doença contagiosa.

A Coqueluche (ou Pertussis) é uma doença infecto-contagiosa, produzida pela bactéria Bordetella Pertussis. Esta, se dissemina pelas gotículas que uma pessoa com coqueluche espalha ao espirrar ou tossir. Por esse motivo, uma pessoa com coqueluche deve permanecer fora do convívio com outras pessoas e, se possível, usar uma máscara para evitar o contágio daquelas pessoas que, obrigatoriamente entrarão em contato com ela. O período de incubação (tempo entre o contato com a doença e o aparecimento de sintomas) é de 7 a 14 dias.

A Coqueluche, na sua fase inicial que é chamada de fase catarral, se parece com qualquer infecção respiratória simples. A criança tem febre, coriza, tosse, uma certa inapetência, em tudo parecendo um resfriado comum. Essa fase dura entre uma e duas semanas. Aos poucos a tosse vai se intensificando, assumindo a caracterísitca que sugere a Coqueluche: uma tosse espasmódica, com acessos de 5 a 10 tossidas, seguidas de um ruído inspiratório forte, às vezes chamado de guincho. Como a tosse vem em salvas repetidas, também é chamada de tosse longa. Não raro, a criança tem ânsia de vômito ou vomita após o acesso de tosse. Nos intervalos dos acessos, a criança parece estar bem. Essa fase, chamada de paroxística, leva entre 2 a 4 semanas para ceder.

A Coqueluche, em geral, é uma doença sem maior gravidade ou complicações. No entanto, em bebês menores de 6 meses, ainda não totalmente protegidos pela vacinação, pode apresentar complicações como pneumonia, encefalopatia (doença no sistema nervoso central- cérebro), convulsões e, em raros casos, morte.

A prevenção da Coqueluche se faz através da vacinação. A vacina contra a Coqueluche é dada em conjunto com as vacinas contra o Tétano e a Difteria. É a vacina DPT (Difteria, Tétano e Pertussis).  A vacinação básica consiste em 3 doses administradas nos 6 primeiros meses de vida (2, 4 e 6 meses). Seguida de um reforço aos 15 meses de vida e outro entre os 4 e 6 anos.  A recomendação da Academia Americana de Pediatria e do CDC de Atlanta é que o reforço da vacina anti-tetânica e anti-diftérica (DT adulto), feita aos 14 anos, seja feita utilizando-se a vacina que contém o componente Coqueluche. Esta vacina, no entanto, só está disponível nas clínicas privadas de vacinação. É a vacina tríplice acelular, adulto (Tdpa). É importante ressaltar que a vacina contra a Coqueluche oferece uma proteção entre 80 e 85% e as crianças que contraem a Coqueluche, mesmo vacinadas, tendem a ter uma forma mais branda da doença. Como a proteção não é duradoura, há necessidade de se fazer reforços a cada 10 anos, junto com os reforços de anti-tetânica que todo adulto deveria tomar. Uma mulher grávida deveria tomar a vacina após a 20º semana da gravidez ou no pós parto imediato. A recomendação é de que todos os adultos que terão contato próximo com o bebê recebam uma dose da vacina tríplice aceluar, adulto. Esta é a forma de reduzir o risco do bebê contrair a doença, numa fase onde ainda não recebeu todas as vacinas. Esta estratégia de vacinar os adultos em torno do bebê (pais, avós e babé) se chama “casulo” porque é como se o bebê ficasse rodeado (como em um casulo) por pessoas protegidas contra a doença e, desta forma, protegendo-o.

Finalmente, se o pediatra suspeitar de Coqueluche, seja pela história de contágio, seja pelo quadro clínico, poderá administrar determinado tipo de antibiótico que, se dado na fase inicial (mais difícil de ser dado porque os sintomas ainda são inespecíficos e não justificariam o uso de antibióticos), pode reduzir a duração da doença. Se dado na fase paroxística, apesar de não reduzir a doença, diminui a sua contagiosidade, protegendo as pessoas em torno do paciente. Remédios para tosse, xaropes caseiros, não funcionam nos casos de Coqueluche e não há nenhuma indicação para seu uso.

Existem outras doenças cuja tosse pode ser parecida com a Coqueluche, fazendo com que o diagnóstico nem sempre seja evidente ou fácil. O melhor a se fazer em caso de febre, coriza e tosse, é procurar o seu pediatra para que ele possa decidir qual a melhor abordagem para cada caso.

Por favor mandem seus comentários e dúvidas. Gosto de tentar respondê-los.

VACINAS PARA ADOLESCENTES

No primeiro ano de vida de nossos filhos, as vacinas ocupam um lugar importante. Os pais ficam atentos ao calendário e a quantidade de vacinas, felizmente, aumenta.  No entanto, à medida que as crianças vão crescendo, as vacinas são esquecidas. Gostaria de lembrar algumas vacinas importantes de serem dadas, durante a adolescência:

1-      Vacina contra o HPV (Human Papilloma Virus)- o vírus do papiloma humano é transmitido sexualmente e é extremamente difundido entre os adultos, sendo considerada a doença sexualmente transmissível mais comum. Na maioria dos casos a infecção não produz nenhum sinal ou sintoma. Ocasionalmente pode produzir verrugas genitais, tanto em meninas, quanto meninos. O HPV também está implicado no câncer de colo de útero. Por esses motivos, a recomendação é de se vacinar meninas e meninos, preferencialmente, entre  11 e 13 anos. A vacina é dada em três doses e, para os meninos precisa ser a vacina com 4 tipos de HPV (Gardasil). A segunda dose deve ser dada um a dois meses após a primeira dose. A terceira, seis meses após a primeira dose.

2-      Reforço da vacina tríplice (Tétano-Coqueluche-Difteria)- este reforço precisa ser dado a cada dez anos, após o último dado. Em geral as crianças recebem uma dose em torno dos cinco anos. Assim, um reforço deverá ser dado em torno dos quinze anos e a cada dez anos. Adultos devem se vacinar também. Atualmente, com ou aumento da incidência da coqueluche, a recomendação é de que se use a vacina tríplice acelular adulto (Tdap). A alternativa seria a aplicação da dupla adulto (dT) ou apenas o toxóide tetânico (TT).

3-      Vacina contra Influenza- todo ano, no início do período de maior riscos (maio-junho), os adolescentes deveriam tomar uma dose da vacina contra a Influenza. É importante lembrar que, por uma questão de língua portuguesa, Influenza e gripe são sinônimos. No entanto, a vacina não protege contra o resfriado comum (gripe), o que muitas vezes é considerado como uma “falha” da vacina. Esta vacina só protege contra uma doença mais grave, com maior letalidade, que é a Influenza.

4-      Vacina contra Hepatite B- se o adolescente não foi vacinado contra a Hepatite B, deveria tomar 3 doses desta vacina. A segunda, dois meses após a primeira. A terceira, seis meses após a primeira. Se o adolescente recebeu a vacina e precisar fazer algum tipo de exame de sangue, seria interessante pedir ao seu médico para pedir uma avaliação da resposta à vacina. Nem todas as crianças vacinadas ficam protegidas e precisariam de uma segunda série de vacinas.

5-      Vacina contra Hepatite A- se o adolescente não foi vacinado quando criança, deveria receber duas doses. A segunda, seis meses após a primeira.

6-      Vacina contra Sarampo, Rubéola e Caxumba- se não recebeu estas vacinas quando criança, deveria tomar duas doses. A segunda, no mínimo quatro semanas depois da primeira.

7-      Vacina contra a Catapora (Varicela)- se o adolescente não tomou esta vacina, nem teve a doença, recomenda-se tomar duas doses. A segunda, no mínimo quatro semanas depois da primeira.

8-      Situações especiais devem ser discutidas com seu pediatra para verificar a necessidade, ou não de vacina pneumocócica e quadrivalente contra meningite.

9-      Viagens- consulte seu médico em caso de viagens. Alguns países exigem vacina contra a febre amarela e esta deve ser dada, pelo menos, dez dias antes da viagem. A vacina contra a febre amarela tem validade para dez anos.