Arquivo | março 2012

COLESTEROL É PROBLEMA SÓ DE ADULTOS?

A doença cárdio-vascular (infarto, acidente vascular cerebral), bem como o diabetes tipo 2 e a síndrome metabólica, são raros em crianças. No entanto, fatores de risco presentes na infância podem se manifestar como doença, na vida adulta. A arterioesclerose (entupimento das artérias por placas de gordura) é um processo que se inicia já na infância!

Abaixo, duas reflexões ou provocações:

1- Se você soubesse que seu filho ou filha tem uma doença grave, porém curável, o que você faria?

2- Se você fosse informada de que seu filho ou filha corre um razoável risco de ter uma doença grave, só que no futuro, o que você faria?

Sinceramente, teria a mesma urgência em procurar a solução em ambos os casos ou, no segundo, acabaria adiando a tomada de ação e/ou minimizando o risco futuro?

Enquanto nós adultos não nos dermos conta de que é nossa responsabilidade prevenir o infarto, derrame e diabetes desde a infância, estaremos deixando uma herança que nenhum de nós, conscientemente diria que gostaria de deixar.

Existem algumas coisas que podemos fazer:

1- Entre 9 e 11 anos, pedir ao seu pediatra que dose o colesterol do seu filho ou filha. Não é necessário um lipidograma completo. Basta pedir a dosagem do Coleterol não HDL. Para isto, o laboratório dosará o colesterol total e o HDL. A vantagem sobre o lipidograma completo é que este exame, parcial, não exige o jejum de 12, facilitando sua aceitação por parte da criança. Se o resultado for acima do normal, aí sim um lipidograma completo deverá ser pedido. Esta é uma recomendação recente do National Heart Lung and Blood Institute, dos EUA, endossada pela Academia Americana de Pediatria.

2- Repetir esse exame de Colesterol não HDL entre 17 e 19 anos

3- Manter uma alimentação saudável que se inicia com o aleitamento materno e prossegue com uma dieta pobre em gorduras saturadas. O papel da família é fundamental para o sucesso de uma alimentação saudável. Não adianta exigir que as crianças comam de forma saudável, se o restante da família come de forma menos cuidadosa. (O Prato Saudável e Sobrepeso e Obesidade)

4- Praticar exercícios físicos. Na infância, como jogos ou brincadeiras ao ar livre e, à medida que a criança for crescendo, como esporte ou dança.

5-  Não fumar dentro de casa ou em abientes fechados com as crianças por perto. O ideal é simplesmente não fumar.

Vejam que nada do que escrevi acima é sofisticado, altamente tecnológico ou exije muitos recursos. No entanto, essas medidas simples, podem fazer a diferença na vida adulta dos seus filhos. A diferença entre uma morte ou invalidez precoce e uma vida saudável e plena. Eventualmente, pode motivar os adultos a modificarem seus hábitos, usufruindo eles também de uma vida mais saudável.

Como sempre, vou apreciar ser fizerem comentários ou tiverem dúvidas que eu possa tentar esclarecer.

TUDO É VIROSE!

Seu filho está com febre, nariz escorrendo, sem apetite. Você liga para o seu pediatra e ele diz: isso deve ser uma virose, temos que esperar uns dias. Passam-se uns dias e a febre continua, além do nariz escorrendo, apareceu uma tosse, que piora à noite e não deixa ninguém dormir. Seu marido, já impaciente, diz: melhor levar no pediatra, isso não pode continuar assim. Você marca uma consulta para o mesmo dia e o seu pediatra examina seu filho de alto a baixo. Olha o ouvido, a garganta, ausculta o pulmão, apalpa, faz perguntas, faz mais perguntas e, no final diz: isso deve ser uma virose mesmo. Temos que esperar mais uns dias.

Você sai do consultório e liga para a sua mãe que já estava aflita com a febre do neto (Medo de Febre) e você diz, disfarçando a sua ansiedade: ele disse que não é nada de mais. Só uma virose. Do outro lado da linha sua mãe, um pouco exaltada responde: mas será que hoje em dia tudo é virose? Quando o médico não sabe o que é, diz que é virose!

Esse é um relato fictício, mas bem que poderia ser verdade. O fato é que os virus existem e são agentes infecciosos, não bacterianos. Eles só se multiplicam dentro das céluas vivas de um organismo. Células que eles (os virus), invadiram (infectaram). Virus infectam todos os tipos de organismos vivos: animais, plantas e, também, bactérias!

Os virus, em geral, são feitos de tres partes. O material genético que pode ser um DNA ou RNA, uma capa de proteína que envolve esse material genético e, em alguns casos, um envelope de lipídios por fora da capa de proteína. Virus são tão pequenos que não conseguem ser vistos em microscópios comuns (veja o esquema no final deste post).

Os virus podem infectar uma pessoa pela ingestão, inalação ou contato. Penetram na célula porque precisam desta para produzir as substâncias que necessitam para a sua replicação e ciclo de vida. Fora de células, os virus ficam inativos ou “adormecidos”. Quando invadem células, provocam no organismo uma série de reações de defesa, incluindo febre e nos casos de virus respiratórios, mais comuns na infância, coriza e tosse.

Existem mais de 5000 virus que já foram bem descritos ou estudados em detalhe. No entanto, existem milhões de diferentes tipos espalhados na natureza. Talvez seja o tipo de entidade biológica mais abundante em todos os ecossistemas.  Alguns virus ficaram mais conhecidos de todos nós: sarampo, catapora, rubéola, hepatite, caxumba, HIV, HPV entre outros. Para muitos destes, existem vacinas que protegem as pessoas durante suas vidas.

Como curiosidade, a palavra virus vem do latim, onde significa veneno! Os virus não são uma novidade. Em 1892 um pesquisador russo descreveu uma agente infectante não bacteriano em plantas de tabaco.

Portanto, a próxima vez que seu pediatra disser que seu filho provavelmente tem uma virsose, saiba que não é uma “invenção” de quem não tem um diagnóstico. Virose é um diagnóstico.

Duas coisas muito importantes para você se lembrar:

1- Para as viroses mais comuns, como resfriados e gastroenterites, não há medicação específica. Antibióticos não funcionam em casos de virose.

2- O corpo humano leva em torno de 6 a 10 dias para se curar de uma virose. Alguns sintomas, como a tosse, duram mais dias. Nesse período, a melhor receita é a de nossos avós: repouso, muito líquido, paciência e caldo de galinha!

Se tiverem dúvidas ou comentários, por favor enviem.

MEU FILHO VAI SER ALTO?

Em algum momento do crescimento e desenvolvimento dos filhos, um grande número de pais se preocupa com a altura que estes terão, quando adultos. Há sempre uma expectativa ou desejo de que os filhos nem sejam muito baixos, nem muito altos. Todos nós gostaríamos que nossos filhos tivessem aquela altura “certa”!

O crescimento é diretamente influenciado por diversos fatores que podem agir isoladamente ou em conjunto:

1-  Nutrição materna e ambiente intrauterino. Este é o fator que vai influenciar mais fortemente o tamanho do bebê, no nascimento e primeiros meses. Uma mãe bem alimentada e uma gravidez normal, sem intercorrências, levada  a termo, é o que basta para que a criança tenha um tamanho em média de 50cm, podendo variar entre 46cm e 52 cm.

2- Herança genética- é o que define o potencial de crescimento da pessoa. Não pode ser percebido no nascimento, só se manifestando mais tarde. Isto é, pais muito altos cujo filho nasça “pequeno”, não tem grandes significados.

3- Vida saudável- uma boa alimentação, começando com aleitamento materno e seguindo com alimentos saudáveis- vide O Prato Saudável; o hábito de dormir de forma quantitativa e qualitativamente; a prática de exercícios e vida ao ar livre, começando com as brincadeiras e jogos do prmeiro ano e infância, seguindo com a prática de esportes ou atividades físicas regulares, é o que o corpo (e a mente) precisam para utilizar todo o potencial genético que recebeu.

4- O crescimento não é linear. Ele é mais acelerado ou mais lento, dependendo da fase da vida da criança. De um modo muito simplificado, o crescimento esperado, nas diferentes faixas de idade, seria:

– 1º ano – 25 cm.

– 2º ano – 10cm.

– 3º ano – 7,5cm.

– 4º ano- 7,5 cm.

– 5º ano até a puberdade – 5cm./ano

– desaceleração do crescimento antes do estirão da puberdade

5- Metade da altura adulta é atingida entre 24 e 30 meses.

6- Uma forma de estimar a altura dos filhos é utilizando a altura dos pais, nas fórmulas abaixo:

para meninas: subtraia 13cm. da altura do pai, some com a altura da mãe e divida o resultado por 2.

para meninos: some 13cm. à altura da mãe, some com a altura do pai e divida o resultado por 2.

Importante- nenhum desses valores ou fórmulas é preciso ou exato. Cada ser humano tem variações, na maioria das vezes completamente normais. Lembre-se que é mais provável que a fórmula não sirva para o seu filho do que seu filho ter um problema porque está fora de um “padrão” ou resultado de fórmula.

São pouquíssimas as situações onde uma criança precisa de tratamento para crescer (ou interromper o crescimento). Na dúvida, fale sempre com seu pediatra. É a melhor pessoa para lhe orientar.

Se quiser fazer algum comentário, vou agradecer.

QUAIS VACINAS E EM QUE IDADES?

Vacinas são um dos melhores métodos de proteção contra doenças. Com o progresso das pesquisas novas vacinas são colocadas no mercado. Quais vacinas devemos dar para nossos filhos e em que idade? Cada país define um calendário vacinal mínimo, em função da disponibilidade de recursos e necessidades epidemiológicas. Além disso, as sociedades de pediatria e outras instituições científicas fazem suas recomendações. No nosso país, os pediatras seguem o que recomenda o Ministério da Saúde, acrescido de algumas vacinas que ainda não são oferecidas nos postos de saúde. Alguns pediatras também adotam as recomendações do CDC de Atlanta e da Academia Americana de Pediatria. Veja abaixo os respectivos calendários vacinais:

Calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria

calendario_vacinal_SBP2011

Calendário do CDC entre 0 e 6 anos de idade

0-6yrs-schedule-pr

Calendário do CDC entre 7 e 18 anos

7-18yrs-schedule-pr_2011_12

O CDC disponibiliza uma ferramenta que monta um calendário personalizado para seu filho ou filha. Basta dar a data de nascimento que ele vai gerar as dastas em que deveria tomar as vacinas. Divirta-se montando o calendário vacinal do seu bebê!

CDC Calendário bebês

Lembre-se que o seu pediatra pode ter um calendário um pouco diferente, otimizando as vacinas com as visitas periódicas ou ainda buscando distribuir de forma a não dar “picadas” de mais, de uma vez. O que estou publicando aqui é apenas uma referência. Recomendo que siga as orientações do seu pediatra.

Se tiver dúvidas, mande seu comentário que lhe responderei.

PRECISO TRABALHAR, QUEM VAI CUIDAR DO MEU BEBE?

A licença maternidade dura 120 dias. Quando podem, as mulheres preferem trabalhar até bem perto do dia do parto para poder passar mais tempo com o seu bebê. No entanto, tem um momento, entre os 3 e 4 meses do bebê que a licença maternidade termina , a mãe precisa voltar a trabalhar e alguém tem que cuidar do bebê. Quem? Não há uma resposta única ou certa. Abaixo, algumas dicas para ajudar os pais a decidirem quem deve cuidar do bebê

 

  1. Se a mãe está amamentando, o ideal é que continue até os 6 meses. Assim, se o seu trabalho oferece uma creche, esse seria o      melhor lugar para o seu bebê ficar e poder continuar a ser amamentado. No entanto, são raras as empresas que oferecem creches no próprio local de trabalho.
  2. Não havendo creche, a melhor alternativa para cuidar do bebê seria um adulto da própria família que tivesse disponibilidade de tempo (e paciência com bebês). Uma pessoa da família, em geral é de confiança e possui algum vínculo afetivo com a criança,fazendo com que cuide com atenção e carinho. Habitualmente essa pessoa é uma avó que, se estiver em condições físicas e não ficar sobrecarregada,     será uma excelente cuidadora do neto ou neta.
  3. Não havendo ninguém na família que possa cuidar, verifique se existe alguma creche perto da sua casa. Visite a creche e observe alguns pontos importantes: espaço, iluminação, ventilação, limpeza, arrumação, aspecto geral. Veja  também como as atendentes lidam com os bebês. Observe se conversam com as crianças, trocam as fraldas com delicadeza, colocam no berço com cuidado, sorriem para os bebês. Veja se o número de atendentes parece adequado ou se estão sobrecarregadas.  Qualquer sinal de impaciência ou irritação com os bebês deve acender um alerta vermelho. Não coloque seu bebê nessa creche. O risco é alto. Olhe também para os bebês e veja se estão limpos, com espaço fora dos berços para ficarem e fraldas secas. Além de todas essas observações objetivas, se  pergunte como sentiu o ambiente. Você gostou? Inspirou confiança? Se não, mesmo sem motivo, não deixe seu bebê nessa creche.
  4. Contratar uma pessoa pode ser uma outra  alternativa. Se optar por contratar alguém, peça referências específicas  de como essa pessoa se comporta com bebês. Pergunte se é uma pessoa carinhosa e cuidadosa com crianças. Melhor do que uma pessoa que seja “enfemeira” com grande experiência escolha uma pessoa carinhosa e alegre. Seu bebê já tem mãe (você) e você precisa de alguém que a ajude, cuidando com muito carinho do seu filho ou filha.  Na entrevista, procure avaliar se é uma pessoa tranqüila ou nervosa. Pergunte se ela tem filhos e qual a idade deles. Pergunte se é fumante. Se for, não contrate. Muito provavelmente vai fumar na sua ausência e isso seria ruim para o bebê. Se gostar da pessoa e as referências forem boas, contrate-a um mês antes de retornar ao      trabalho para poder observar, de perto, como essa pessoa se comporta com o seu bebê.
  5. Faça uma lista, por escrito, de telefones e endereços importantes para que a pessoa que vai cuidar do seu bebê saiba onde lhe achar ou ao pai ou ainda saiba para onde deve ir, em caso de emergência.
  6. Nunca deixe seu bebê sob os cuidados de outra criança ou adolescente, mesmo sendo da família.

SEGURANÇA NO CARRO

A preocupação com a segurança ao andarmos de carro, aumentou muito, nos últimos anos. A obrigatoriedade do uso de cintos de segurança reduziu a mortalidade em acidentes de trânsito. No entanto, ainda vemos, frequentemente, crianças dentro de automóveis, no colo de um adulto, muitas vezes no banco da frente. A seguir, algumas dicas que podem salvar a vida do seu filho, no caso de um acidente de carro.

1-      Crianças nunca devem ser levadas no colo de um adulto. No caso de um acidente, mesmo em baixa velocidade, dificilmente o adulto será capaz de manter a criança nos seus braços e a conseqüência poderá ser fatal, em um acidente bobo.

2-      Compre a cadeira correta para cada idade. Não decida qual cadeirinha de carro deve comprar, levando em conta apenas o preço. Veja se é adequada para a idade, do seu bebê e até que idade ou peso poderá usá-la. Verifique também se é prática para ser presa ao banco do carro e fácil de transportar, se precisar tirar do carro.

3-      Até 2 anos de idade a criança deve ficar na cadeirinha, fixada no banco,virada para trás (de costas para a frente do carro).

4-      Após os 2 anos, verifique se a cadeirinha continua sendo adequada. Algumas cadeiras de segurança só servem para serem fixadas com a criança virada para trás ou até o peso e altura de uma criança de 2 anos. Se for este o caso, pesquise uma nova cadeirinha, que possa ser fixada virada para frente e que comporte a altura da criança até que esta tenha  entre30 a35 kg.

5-      Após os 2 anos, na cadeirinha adequada, a criança viaja virada para frente.

6-      Ao atingir o limite de peso da cadeirinha, a criança deve passar a se sentar em um banquinho especialmente desenhado para permitir que o cinto de segurança seja usado corretamente.

7-      Ao atingir 1,45m- o que ocorre entre 8 e 12 anos, a criança já poderá usar o cinto de segurança normalmente, mas deve continuar viajando no banco de trás.

8-      Somente com 13 anos que a criança poderá viajar no banco da frente.

9-      Não acelere as transições entre uma etapa e outra. Como estamos falando de segurança, fique o maior tempo possível numa etapa, antes de passar para a seguinte.

COMO LIDAR COM UMA CRIANÇA COM DÉFICIT DE ATENÇÃO

O Transtoro do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), se caracteriza por comportamentos que podem ser de desligamento, desatenção, “avoado” e atitudes impulsivas, hiperativas, agitadas. Seu diagnóstico é difícil porque não existe um teste específico para o TDAH. Esta doença, de causa desconhecida, geralmente se manifesta na infância e, se não for tratada, pode trazer problemas de aprendizado, comportamento, relacionamento e sentimentos para a criança.

Caso suspeite que seu filho ou filha possa sofrer de TDAH, converse com seu pediatra e discuta com ele um eventual encaminhamento a um especialista com experiência em TDAH.

Algumas dicas para orientá-lo em como lidar com uma criança com TDAH:

– o mais importante é a consulta com especialista (neuropediatra ou neuropsiquiatra) para fazer o diangóstico corretamente. Atualmente, qualquer criança mais “elétrica” pode ser rotulada como portadora de TDAH e tratada desnecessariamente.

– uma vez feito o diagnóstico, o tratamento com medicamentos é extremamente importante. Somente sob orientação médica poderá ser prescrito uma categoria de medicamentos que é estimulante do cérebro. Apesar de ser um estimulante, este tipo de medicamento não deixa a criança mais agitada. O que ele faz é facilitar a comunicação de diversas áreas do cérebro, permitindo à criança uma vida com mais qualidade.

– não só a medicação é importante, mas um acompanhamento com um terapeuta infantil experiente, contribuirá para a melhora do quadro. Um bom terapeuta poderá ajudar toda a família, diante de um criança com TDAH.

Em casa você poderá ajudar da seguinte forma:

– criar uma rotina diária para a criança e seguí-la. Manter horários para refeições, banhos, descanso e estudo, facilitam a vida da criança.

– diminuir as distrações, como por exemplo, televisão ou rádio ligados na casa enquanto a criança está estudando ou deve fazer outra tarefa. Ou ainda interromper a criança para perguntar coisas que não são relacionadas com o que ela está fazendo.

– determinar lugares específicos, para que a criança guarde o material escolar, roupas, brinquedos. Cada coisa no seu lugar, sempre o mesmo lugar para cada coisa.

– crie metas pequenas e alcançáveis para a criança com TDAH, como por exemplo, completar um desenho, terminar um único exercício do dever de casa ou ler um parágrafo de uma história.

– elogie e celebre os bons comportamentos. Por exemplo, faça uma estrela em uma folha de papel para cada comportamento positivo. A cada 5 estrelas ou faça uma estrela maior ou dê um prêmio (algo que a criança goste e valorize, sem ser caro) para a criança.

– se a criança já souber ler, faça listas de tarefas, ajudando-a ficar “atenta”no que é preciso ser feito

– sugira alguma atividade física para quebrar tarefas que exigem atenção e permitir um certo descanso (ativo) para a criança

– limite as escolhas oferecidas.

– encontre atividades onde a criança terá sucesso. Descubra que tipo de lazer ou esporte a criança gosta e faz bem e a incentive a fazê-las.

– aprenda a implementar uma disciplina “calma’. Técnicas como distrair, interromper uma atividade, retirar a criança de uma situação desagradável, funcionam melhor do que gritos ou descontrole.